A previsão da sua rua. Grátis, no navegador.
Busca a sua cidade e veja temperatura, umidade e a chance de chuva de hoje — dado público real, processado no seu aparelho, sem cadastro. E cada estação MAJU que entra no ar deixa o mapa da sua região um pouco mais nítido.
arraste para girar
MAJU-1 · MJ1-EHV-0001
A previsão certa, no lugar certo, vale dinheiro.
Geada e irrigação no talhão certo
Uma geada não chega igual em toda a fazenda — ela escorre pelas baixadas. Saber a hora e o ponto é a diferença entre ligar a irrigação de proteção numa noite ou perder a colheita. A previsão de cidade não enxerga isso; uma rede densa, sim.
A enchente é de bairro, não de município
A chuva que alaga uma rua cai concentrada em poucos quilômetros. Quanto mais perto do chão a medição, mais cedo dá pra avisar quem mora na cota baixa. O ganho é tempo — os minutos que tiram o carro da garagem e a família da água.
Quanto mais densa a rede, mais perto do chão fica a previsão.
O valor cresce com a rede. Hoje a Astrus é dia-zero: o que entregamos de imediato é o Sereno, com dado público. A camada hiperlocal aparece conforme as MAJUs entram no ar — a gente não vende densidade que ainda não existe.
A mesma rede, quatro jeitos de valer dinheiro.
Quem instala uma estação e quem compra o dado não são a mesma pessoa — e a rede serve aos dois. Cada vertical abaixo é valor potencial, conforme a Rede Astrus existir densa na sua região, não entregue hoje.
Uma noite de geada não pode custar a safra inteira.
A previsão regional fala da sua cidade. O Astrus mede o ar do seu pé — geada, irrigação e pulverização decididas com o dado do talhão, não do município ao lado.
A geada de madrugada decide a safra num talhão só. Com o dado do seu pé, você liga o aspersor antes de ela chegar onde mais corre risco — o fundo do vale que a previsão regional só dá como “talvez”. Uma noite protegida pode valer a colheita inteira daquela área.
Com umidade, vento e temperatura do próprio talhão, você irriga quando o solo realmente pede — não por calendário nem pelo céu. Cada irrigação no dia certo é água e bombeamento que você não gasta à toa.
Vento e umidade locais apontam a janela em que o defensivo fica no alvo e não deriva. Pulverizar na hora certa é produto que rende, hora-máquina que não se repete — e o dado do seu pé é o que mostra essa janela, não a média da região.
Sendo direto: hoje isto é um piloto, não mágica de primeiro dia. O aviso de geada no seu pé depende de densidade de nós no talhão e de validação no campo — e ele complementa a previsão regional, não a substitui. Para risco a vida, à equipe ou ao patrimônio, siga sempre o aviso oficial.
A chuva, o radar vê. A água na rua, ninguém vê — até alagar.
A enchente-relâmpago não avisa qual bairro vai alagar agora. O radar oficial enxerga a chuva lá no alto; falta a leitura da água no nível da rua, quarteirão a quarteirão. O Astrus existe para fechar esse vão — a Rede Astrus de estações Maju espalhada pela cidade, fundida num painel por bairro.
Com a Rede Astrus urbana densa, o painel pode mostrar a água subindo num ponto antes de o bairro vizinho perceber — e cada minuto vira evacuação iniciada, escola avisada, idoso retirado.
Saber onde alaga primeiro permite posicionar equipe, viatura e bomba antes do pico — menos corrida no escuro, mais vida protegida por hora de equipe.
Cada alerta e cada ação ficam carimbados no histórico (auditoria reproduzível) — o município demonstra que agiu com o melhor dado disponível. Responsabilidade vira algo que se comprova, não que se improvisa.
O Astrus complementa, não substitui, o alerta oficial da Defesa Civil — ele é uma camada de dado a mais para quem decide, nunca o sistema de alerta da cidade. A Rede Astrus hiperlocal densa ainda não existe: estamos em POC, hoje com dado público. Os valores acima são potenciais e se realizam na medida em que a Rede Astrus crescer na sua cidade.
O gatilho disparou. O dano foi na fazenda do lado.
Basis-risk é caro: o paramétrico paga onde o satélite “viu” chuva, não onde o solo molhou. Conforme a Rede Astrus adensa, ela vira a verdade de campo que falta entre satélite e sinistro.
Quando houver Rede Astrus densa com histórico na região, o gatilho pode ancorar no que o solo realmente registrou — aproximando pagamento de dano e reduzindo o basis-risk nos dois sentidos. (Depende de track-record de dado.)
Verdade de solo compartilhada e auditável dá a segurado e seguradora a mesma base de fato — menos perícia, sinistro mais rápido, menos atrito, mais confiança no produto paramétrico.
Com dado denso na ponta abre-se espaço pra produtos que hoje não fecham: cobertura por talhão, por encosta, por quarteirão — risco hiperlocal que finalmente tem dado pra ser subscrito.
DADO/API da Rede Astrus é roadmap, não produto pronto. Um modelo de risco precisa de track-record: a Rede Astrus tem que existir densa na região e ter acumulado histórico antes de entrar na sua subscrição ou no seu sinistro. Hoje é POC sobre dado público. ASTRUS complementa a verdade de solo — não substitui o alerta oficial da Defesa Civil.
O mapa tem buracos. Um deles é onde você mora.
O Astrus não é um radar gigante e distante — é a Rede Astrus de estações baratinhas, cada uma na varanda, no quintal, na janela de alguém. Você não está comprando um mapa pronto: você está acendendo um ponto que não existia. Quanto mais densa a rede, mais fina a previsão — pra você e pra toda a vizinhança.
Cada estação nova é mais um olho perto do chão. Onde tem caixa Maju, o mapa enxerga; onde não tem, ele chuta. A sua estação fecha um buraco — e cada buraco fechado puxa mais gente, que fecha mais buracos.
Hospede uma estação e ganhe plano premium enquanto a sua caixa estiver no ar — devolvemos o seu esforço em acesso, não em promessa. “No ar” é simples: a sua caixa está mandando leitura.
Liga na tomada, conecta no seu WiFi pelo captive portal, marca o pino no mapa e a estação acende na rede. Sem app, sem cadastro — o premium ativa sozinho na ativação.
Você é o combustível da rede, não o cliente de uma previsão hiperlocal pronta. Hoje o Astrus roda sobre dado público — o radar fino da sua rua ainda não existe, e ele só nasce conforme estações como a sua forem acendendo perto de você. Fusão de dados, alta resolução e API estão no roadmap (POC). E a estação Maju é de microclima, complementa mas não substitui o alerta oficial: pra risco à vida, a palavra final é da Defesa Civil.
Uma estação inteira numa cúpula de 105 mm.
Projetada em OpenSCAD, impressa em ASA/PETG e montada em Eindhoven. Tudo que mede o tempo cabe atrás de uma grelha e de uma casca facetada.



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Uma rede densa, uma porta grátis, um efeito de rede.
A malha mede
Cada MAJU manda chuva, temperatura, umidade e pressão do ponto exato onde está. Muitos pontos baratos, perto do chão, formam uma malha mais densa do que qualquer rede oficial consegue cobrir.
A fusão combina
A Astrus junta a malha com dado público e satélite. Onde há MAJU por perto, a leitura fica mais fina; onde não há, o público segura o mapa. roadmap a fusão hiperlocal de alta resolução.
O Sereno entrega
A porta de entrada é grátis e roda no seu navegador: busca a cidade, mostra o que o modelo público diz para aquele ponto. Nenhum cadastro, nenhum servidor nosso no meio.
Cada MAJU no ar deixa o mapa de todo mundo um pouco melhor.
É o incentivo da rede: quem instala uma caixa melhora a própria previsão e a do vizinho. A densidade não é um detalhe técnico — é o produto.
O Sereno já está de pé.
A previsão pública, de verdade, no seu navegador. Busca a sua cidade e vê temperatura, umidade e a chance máxima de chuva de hoje — dado da Open-Meteo, processado no seu próprio aparelho. Sem cadastro, sem servidor, sem pegadinha.
- ✓Temperatura e umidade de agora
- ✓Chance máxima de chuva nas próximas horas
- ✓Tudo client-side — nada sai do seu navegador
Começa no Sereno. O resto vem com a rede.
O Sereno é grátis e está no ar. Os planos pagos abrem conforme a fusão e a densidade chegam — marcados como “em breve”, sem vender o que ainda não existe.
Grátis pra sempre. O mapa público da sua região — e ele fica mais nítido sozinho conforme caixas MAJU aparecem perto de você.
A primeira camada de resolução real sobre o público, com alerta do seu bairro.
Previsão horária, 16 dias e alertas por limiar em vários pontos salvos. O plano de quem trabalha com o tempo. (API e histórico: em breve.)
Densidade máxima de pontos e alertas ilimitados por limiar. Ensemble, histórico longo e API de alto volume estão no roadmap (em breve).
Dado bruto pro seu modelo, integração direta no seu sistema, SLA contratual e white-label. Pra seguradora, prefeitura, cooperativa e OEM.
O difícil não é o sensor. É confiar no número.
Malha + satélite + público, num campo só
A malha de MAJUs dá o detalhe local; o satélite e o modelo público dão a cobertura. Combinar as três fontes num único campo coerente é o problema central. roadmap a fusão Kalman de alta resolução.
Menos servidor no caminho
O Sereno roda no navegador; a caixa processa o que dá no próprio ESP32. Menos saltos entre a medição e a tela significa menos coisa pra dar errado — e menos custo pra manter de pé.
Cada número sabe de onde veio
O runtime Batiste registra a proveniência do dado — quem mediu, quando, com qual confiança. Não é um log que a gente olha depois: é parte de como o número é montado.
O mapa real, não a precisão inventada
Fusão hiperlocal, alta resolução e API pública são roadmap, marcados como tal em toda a página. Preferimos mostrar a cobertura que existe hoje a anunciar uma exatidão que a rede ainda não tem.